quinta-feira, 20 de novembro de 2008

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

subindo a oscar

isso aconteceu mais ou menos no período em que eu tinha por hábito usar roupas escuras, especialmente pretas, sabe como é, preto emagrece mas dieta que é bom...

bem, estávamos saindo de uma festa qualquer, da qual não se guardou memória alguma, pro bem de quem estava na tal festa, e decidimos rachar um táxi até as casas dos que ali estavam, que moravam relativamente perto uns dos outros, pertos o suficiente pra rachar um táxi porém longe o suficiente pra não existirem visitas a pé da minha parte, que sempre preferi roupas pretas pra emagrecer a sacrificar o churrasco gordo. estávamos quem? e decidimos quem? na verdade soa meio irrelevante agora, a história fica melhor quando os outros presentes estão na mesma mesa de bar lembrando do tempo em que se rachavam táxis até as casas que eram mais ou menos próximas umas das outras. o que importa realmente é o caminho que o táxi fazia, subindo a oscar - pereira, avenida aqui da cidade - uma longa avenida que somava uma curva bem acentuada na subida com uma acentuada subida na curva, fazendo com que os carros que passam ali, subindo, tomem um fôlego extra depois de passar pelas barbaridades do trânsito confuso, o que deve deixar os carros exaustos.

sendo uma saída de festa e não sendo aniversário de criança, devo dizer que devia ser algo em torno das cinco da manhã, e que logo após a subida e curva terminarem já lá em cima e mesmo um pouco antes, boa parte da necrópole da metrópole se concentra; e mesmo tendo passado por ali milhares de vezes no tempo todo em que morei lá embaixo na oscar passando toda essa conjugação de cemitérios, subida, curva, condomínios e postos de gasolina - inclusive um chamado jumbo que portava um elefante de metal construído com escapamentos de veículos no qual infelizmente jamais tirei uma foto - jamais quantifiquei o número de cemitérios ali, não sei bem porquê.

ah, sei sim. é que eu tenho uma coisa chamada vida.

de toda forma, o táxi ia subindo e fazendo a curva comigo no banco da frente, dado que de emagrecer eu só usava roupa escura mesmo, quando eu disse pro condutor que eu desceria "ali mesmo, logo passando a subida da oscar", a curva terminou a subida se completou e adentramos a melhor vizinhança da cidade: os cemitérios. jamais fiquei sabendo de alguém ali que reclamasse do barulho, ou de qualquer coisa. e exatamente no meio da avenida, ladeada por dois dos maiores condominios de presunto da região, me deu um estalo e eu falei pro motorista que era ali que morava.

o táxi foi desacelerando enquanto eu notava a cabeça do taxista virando devagarinho na minha direção, as mãos ficando frouxas no volante, parecendo que até o rádio tinha reduzido a intensidade do som voluntariamente, e dei por mim estar pálido de tanata ceva, todo de preto e com cara de maluco. a coisa toda se armou mais rápido no ambiente que na minha mente, e agora o estrago estava feito.

virando pro taxista, sorrindo, condescendente, expliquei que não passava de troça, ao que tudo se normalizou, com os outros rindo ali no banco de trás, o táxi retomando velocidade e passando pelo posto de gasolina com o elefante de metal que não existe mais - eu não tirei fotos ali, tudo isso aconteceu na era mesozóica onde não havia tantas câmeras digitais como hoje em dia - e ainda mais lá na frente indiquei meu real endereço, separei o dinheiro, pouco que tinha, quase irrelevante, e com a dificuldade que usar preto pra emagrecer proporciona me desvencilhei do cinto de segurança e desci me despedindo de todos ali atrás e do condutor como costumo fazer "obrigado, boa noite, bom serviço".

evidente que não me aguentei e deixei um "mas da próxima vez pode ser verdade. abre o olho, motóra".

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

o caubói depressivo volta ao salún

'hey, caubóóóííí, quer me pagar um drinque'?
'ó, vida... qual o problema de vocês, pessoas? não tá vendo que eu só quero ficar aqui tomando meu uísque até desmaiar e esquecer dessa vida miserável'?
'hey, caubóóóííí, isso é um não'?
'é um não sim, sua mocra. vê se pára de amolar e acha alguém pra ficar rebolando longe daqui'.
'hey, caubóóíí, eu tenho dois anos de treinamento em kama sutra'.
'tá, e daí, eu fico o dia todo vendo bosta de vaca e nem por isso fico por aí vendendo cogumelo. quer me deixar ficar bêbado em paz'?
'hey caubói, por que tanto desânimo'?
'bom, pra começar o que eu queria mesmo era escrever poesia, tocar oboé, e entender wittgenstein; mas não, só me sobrou uísque, teta de vaca e camus'.
'barmêin, me dá um uísque duplo'.

caminho do meio

assoberbado de tanto mousse de maracujá, decidiu variar e bebeu, de um gole só, toda a cocaláit do copo.

última pesagem, centoedois quilos.

ivanhoé, o macrófago, encontra daft punk

'too long, can you feel it'?
'legais os capacetinhos de vocês'.
'too long, can you feel it'?
'eu não preciso de capacetinhos, tenho minha espada grande'.

comeu. e one more time.

país de iletrados

empilhou as caixas de papelão, todas com seus livros todos dentro, pesadas todas, leve cheiro de coisa guardada com papelão molhado, e ficou ali, admirando. um estalo, abriu a caixa que dizia QUIK CHOCORANGO e tirou dali o mixer, foi até a cozinha ainda em processo de montagem, pegou um copo, colocou água e maçã fatida com açúcar, bateu bem e bebeu. guardou o mixer sem lavar na caixa, supondo que não a abriria por um bom tempo, afinal, além do mixer ali só havia livros.

ficaria um ano e meio sem lembrar do mixer, muito depois de terminada a mudança e outra mudança, e tinha certeza que na primeira mudança um daqueles carregadores viados tinha dado sumiço no mixer.

Manuel do Canto, 2008

A capacidade de uma pessoa em tolerar o alerta de mensagem do msn é inversamente proporcional à capacidade intelectual da mesma.

depressão

'eu não sei o que é pior. é como na história dos dois cegos, que um deles ganha o desejo de enxergar por um dia, daí depois fica se deprimindo por que sabe que não vai mais ver nada e de como tudo é bonito. o outro, que nunca enxergou, talvez não fique tão triste, já que nunca viu nada mesmo'...
'cara, vou te pedir pela última vez, pára de ficar filosofando e cuida pra sentir se não vem ninguém fumando pra gente voar até lá e pegar o crivo'.
'sabe, se eu não fosse um morcego talvez pudesse conhecer umas pomba peituda por aí '.
'pensa bem, melhor ser cego mesmo. já viu uma morcega com as perna aberta'?
'credo! tudo pela perpetuação'.
'issaí'.

estresse

'esse monte de barulhinho eletrônico que incomoda vezenquano'.
'é, eu também acho um saco. quem sabe a gente não dá um jeito dessa pinóia toda para de vez'?
'dimorô'.


MANHÊÊÊÊ, o computador queimou de novo!

náitchi

achando nenhuma graça na situação, preferiu ficar ali no canto, pé apoiado na parede, cigarro no canto da boca, copo bem cheio na mão, escondido atrás de um casal que precisava urgentemente de um quarto, logo, nenhuma atenção despertada para si, incógnito, quase ensurdecendo devido ao som altíssimo do local, quase cego de tanta luz colorida, quase bêbado de tanto tentar, sem sucesso. ato contínuo, uma presença ao seu lado. mulher, sim. boa olhar, olhar de boazinha.

oi! tá gostando daqui?

da parede? é confortável, além do mais, se eu ponho o pé na parede de casa depois sou eu que tenho de limpar.

hahahaha. engraçado!

ahn, não achei...

consegue um cigarro?

ah, oquei. - interesseira ela, tudo bem, um cigarro não ia fazer falta. no bolso da calça, ops, só tinha mais três cigarros e dois amigos pra esperar o tempo passar, o tempo deles, que já tinham se arranjado na festa e rachariam o táxi. - é que eu tô meio mal.

mal? bebeu demais?

o quê?

bebeu! demais! tá mal?

ah, isso, não, tô mal de cigarro. só três...

bebeu três e tá mal? tadinho... não quer caminhar um pouco, sair daí pra ver se melhora?

não, eu tô com pouco cigarro! três cigarros!

eu costumo tomar vodca pra passar o pigarro, mas se tu já tá meio mal...

não, não acho que polka seja normal!

original? sabe que eu não gosto muito dessa? prefiro brahma extra.

drama, eu? não é, é que o cigarro aqui custa quase dez pila a carteira! acho um rou-bo!

nah, não fica.

fica o quê?

com cara de bobo quando bebe. acho até bonitinho.

anos depois, quando, num sábado à noite comendo pizza e assistindo a uma comédia romântica no vhs, lembrava desde quando a havia conhecido, e ficava imaginando por que motivo às vezes ela simplesmente parecia não entender o que lhe falava. perguntou se ela queria mais calabresa, e ela respondeu que preferia calabresa à portuguesa, como ele bem sabia.

deu-lhe uma fatia da califórnia.

imo

após desligar a tevê, percebeu, devido à iluminação natural, seu reflexo na tela agora amornando, e notou quão pouco costumava observar-se fosse em espelhos, fosse no deformado convexo da maçaneta do banheiro do trabalho, e achou até engraçado, pois a última vez que vira-se com atenção foi aquele dia lá há muito tempo quando ganhara um prêmio meio bobo em uma festa junina escolar, lá idos mais de quinze anos. agora, de ressaca e sem mais vontade de receber qualquer informação de qualquer fonte que fosse pelo menos por enquanto, percebeu pouca ou nenhuma alteração em seu rosto, feições, traços e digressões afins. ergue um pouco só uma das sobrancelhas, esboçou um meio sorriso com o mesmo lado do rosto e viu que sim, havia algua mudança. menos mal, agora poderia continuar curtindo a ressaca meio morto ali no sofá, era só desviar o rosto da tela desligada e pronto. porém, algo não deixava com que fizesse isso. podia muito bem ser a modorra do trago fenomenal da tarde/noite/madrugada/e um pouquinho da manhã do dia, mas o fato era, não conseguia deixar de se ver ali, anos passados sem muito indício. esquisito, achou que seria diferente, tudo indicava que seria, mas não era tão ruim assim. tá, um pouco de cabelo que não tinha mais, a barba cerrada e um pouco de olheiras, mas até aí tudo bem, afinal misturar campari com chope escuro dá no mínimo alguma coisa de olheiras.

então percebeu a desgraça.

não estivera vendo seu reflexo na tela desligada, mas sim uma foto sua de mais ou menos quinze anos que ficava na estanta ao lado da tevê, o tempo todo. evidente que as alterações de expressão que notara antes não passavam de uma de delirium tremens atenuada ou não, dado que a foto continuava ali fitando com a sobrancelha levantada e um meio sorriso esboçado com o mesmo lado do rosto.

na dúvida, evitou os espelhos e reflexos pelo resto da semana, mesmo do mês.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

FIM DO LUTO

sim, john cleese tem um blog, twitter, podcast, e por aí vai. chorei muito. bom motivo pra encerrar isso aqui antes de passar vergonha.

ah, não sabe quem é john cleese. tudo bem, fica tranquilo, põe a culpa nos pais que tá tudo certo.

SIM, DE LUTO

eis o porquê.

quem é o mestre?

sábado, 16 de agosto de 2008

o hit que vai morder todos os top parades

like a zombie
biting for the very first time
like a zo-o-o-ombie
if your heart beats
then your ass is mine uh-oh-uh-oh

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

"Meu guri,

...a coisa toda é que eu nunca dei muito valor pra algumas coisas. vamos falar de mulher, por exemplo. minha primeira namorada foi a doizdemaio, e eu mal me lembro do rosto dela, é verdade, e ali aprendi a reconhecer uma pi-ra-nha quando vejo uma; vejo mal, é verdade, agora que a idade tá batendo e fica tudo mais difícil e a tua vó não se presta ir junto comigo no porqueira do médico pra fazer uns ocúlos novo, mas deixa estar, do que eu tava falando mesmo?, não, não precisa me lembrar, eu falava da doizdemaio, aquela pi-ra-nha, e tu deve tar pensando pronto, agora o véio tá bem loco que nem tu diz, mas não é por aí, pois foi com a segunda mulher, a primeredabril que eu vi que às vezes a gente se engana, já que eu tratava ela que uma viada e só levava na orelha, que também já não tá lá essas coisa, sacumé, a gente vai gastando de tanto ouvir que meu cabelo tá ruim, meus calo aperta o sapato, não vou ficar esfregando tuas cueca pra depois tu ir dormir na frente da tevê, essas coisa assim que acaba com a audição do cidadão, e a primeredabril me mostrou que quanto mais a gente conhece mas se engana com as coisa o tempo todo a gente fica criando uma idéia benfeitinha do que é o mundo e ele te puxa o tapate sempre que tem uma chancezinha que seja, e lá foi ela e me meteu um belo, grande e pesado par de chifre que só vendo, até hoje ainda falam lá de onde eu fugi a minha burrada, vê bem, até hoje ficam lembrando, se bobear tem até estauta minha lá com os corno brilhando, e daí veio a quinzedagosto, aquela vaca, a vintidoizesetembro, que até hoje dizem que era home mas só eu que sei, mesmo que eu estranhasse umas coisa que ela gostava de fazer comigo e então conheci tua vó lá na firma onde eu entregava marmita pros faxineiro e a tua vó ali que me ensinou que mulher é, no fim de tudo e mesmo de verdade um bando de coisa boa que só estraga o sujeito, mas eu ainda te digo que nunca vi nenhum, te digo mesmo, nenhum dos senvergonha que tão por aí reclamar disso, e tu vai saber quando tu tiver a minha idade e não conseguir mais nem limpar o rabo direito porque a mão treme e o que era pra limpar acaba fazendo mesmo um reboco pra todo lado aí sim tu vai, ah tu vai saber que é isso mesmo que eu tô te dizendo, sem tirar uma vírgula. entendeu'?

'não, vô. eu sou a marta, lembra'?

Sagan

'o fato é que é sempre mais fácl recorrer à pseudociência em vez da ciência. a primeira oferece respostas rápidas e confortáveis, por exemplo sou taurino e isso me faz teimoso, ao passo em que a segunda vive com a pergunta, e cada pergunta respondida dando lugar a uma nova série de perguntas, ampliando assim cada vez mais uma sensação de desorientação por parte do comum. comum, é claro, preferirá a primeira. daí vem boa parte do sucesso de literatura de auto-ajuda, astrologia e por aí vai'.
'ai, nem fala nisso. tô num inferno astral, toda cheia de problema'.

celebração

'agora a dancinha da vitória! thcubirururu-tchubiririri'!
'...'
'e agora a dancinha da humilhação do oponente derrotado! tchininim tchininim'!
'...'
'e agora a dancinha...'
'cara, aproveita que tu é o único casado da mesa de pôquer e faz a dancinha do corno, que tua mulher tá lá na função com o almeidinha'.

sentou, mudo. nada como o espírito de porco esportivo.

colônia

'oquei. as pessoas têm sonhos e alucinações recorrentes a respeito de formigas em momentos de grande solidão'.
'issaí'.
'e a gente, alucina com o quê? mais formigas? faz três semanas que eu procuro pela minha mulher no meio de todos sem encontrar. sabe como é difícil diferenciar no meio de todo mundo?'
'usa as antena, rapaz. as antena'.
'eu sei, mas tenho uns problema de olfato'...
'faz o seguinte, calaboca e me ajuda a carregar essa folha'.
'tá, tá, desculpa'.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Arroz à Westfália

200g de shiitake picado sem os talos.
um dente de alho picado.
4 castanhas do pará picadas.
1 cebola média picada bem pequena.
azeite de oliva pra refogar.
200g arroz cateto integral.
manteiga pra refogar.
shoyu.

picar o alho, refogar com óleo e shiitake, reservar. refogar a cebola com a manteiga e a castanha do pará. quando dourar, acrescentar shoyu a gosto. misturar com o shiitake refogado. preparar o arroz à parte com pouco sal, misturar tudo, servir.

ESPECIAL DOIS UÍSQUE ELEIÇÕES 2008

nah, aqui a gente justifica mas não explica.

anatomia

'medo mesmo, não acho que tenha.'
'ah, eu tenho muito medo dos anelijo.'
'como?'
'os anelijo, os bicho que vive em outros planeta. nunca ouviu falar?'
'ah, bom. agora entendi. esquisito aqueles dedo tudo na mão, né? me passa o metano?'
'só um pouquinho que eu tô com a outra língua ocupada.'

DVNO

'coisa mais nojenta esses medalhão de asa dibaxo das suvaca'.
'situação mais desagradável ter de ouvir isso de um analfabeto funcional'.
'pelo menos menos minhas asquissila tão seca, viu? divinha quem vai pegá a potra?'
'quer apostar'?
'qué sim'.

não, não precisamos saber o resultado. recomenda-se antitranspirante, por mais que o dermatologista diga o contrário

Transfiram-me o Capital

Dinheiro só é suficiente quando é pro credor.

Acho que já foi dito, mas...

A melhor coisa que o Aerosmith produziu foi a Liv Tyler.

Decidi escrever algo usando apenas dez palavras

só sobraram três.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

eleitor atípico

sabendo que o ônibus ia demorar, puxou um protesto quanto ao preço das passagens, horários e frequência dos coletivos, apitou na cara da velhinha isenta de tarifa, chutou a muleta do encostado pelo inss, xingou o cego vendedor de loteria e ainda rebolou pro guarda.

ganhou uma viagem de camburão e vídeo na internet.

eleitor típico

e quando a panela de pressão explodiu pintando tudo de marrom na cozinha e arredores, agradeceu estar vestindo marrom.

no trabalho

'ai, meu deus [nota do editor, não, link pro pedro de lara só uma vez por dia], porque eu não estudei e vim parar aqui com essa gentinha sem banho?'.
'pois é. e porque eu estudei pra trabalhar aqui'?

IVANHOÉ, O MACRÓFAGO na cantiga/jingle/faltou estudo

sentado na calçada de canudo e canequinha,
tchublep-tchublím
eu vi uma pessoinha,
tchublep-tchublím
de capa e espadinha
tchublep-tchublím
e era bem grandinha
tchublep-tchublím
ficou na minha frentinha
tchublep-tchublím
dançou uma dancinha

'BITUCA'!

desculpa, Deus.

comeu. fazendo bolhinha de sabão.

quinem diarréia: aparece quando quer e volta quando não se espera

limpa a garganta, gordinho.

não me lembro como faz isso.

pelo que entendi, tem uma coisa de uébi 2.0 por aí.

daqui a pouco blogs vão ter que pagar ipva também, ou serão totalflex.

agora parece que todo mundo sabe uébidizain, e eu continuo sendo um toscolhão total nesse aspecto, além, é claro de continuar não sabendo usar o isso/isto, como todo mundo exceto os caras que corrigiam minhas provas.

parece também que a internerd não é mais tão nerd assim, e que a inclusão digital fez com que as pessoas saibam uébidizain antes de fundamentos de gramática, assim como eu. eu voto pela exclusão.

parece que a gramática mudou, inclusive.

ainda não entendi.

parece que a chinelagem mudou de lugar. e de telefone também, pelo jeito.

parece que agora realmente podem me processar pela inconsequência que eu demonstrar em um blog. quer dizer, se eu ofender em uma pecinha de microficção despretensiosa tenho que responder em um tribunal, ou posso fazer com que fechem a internet no país, pelo que entendi do país que não entendeu a coisa. não, não é a china.

parece que a solução é senso comum e prurido. o primeiro ok, quanto ao segundo não prometo nada.

parece que todo mundo achou coisa melhor pra fazer, tipo trabalhar, ter filhos ou ir embora de um lugar que não dá pra andar na rua. com banda larga, ficam mais fáceis duas das três. quanto ao meu trabalho, me impede de me divertir tanto quanto gostaria, tipo tendo que IR PRO TRABALHO e desperdiçar algumas hora da vida lá. desculpem o caps. sei que ninguém mais usa. ei, pedi desculpas. só ignorem o parágrafo. próximo!

parece que curei a insônia. não prometo nada.

parece que escrevo mais devagar. não prometo nada.

parece que voltei. e tive que registrar um novo blog, esqueci as senhas do antigo. sério.

mas a idéia é mais ou menos a mesma.

prometo não ofender muito.

agora, avisar os amigos.